A ordem foi emitida por causa da acusação de estupro contra o jogador. O mesmo não poderá viajar para países com acordos de extradição com a Itália.
Os promotores de Milão emitiram um mandado de prisão internacional e pediram a extradição do atacante Robinho, condenado a nove anos de prisão por estupro coletivo de uma jovem na cidade do norte da Itália em 2013, informou a mídia local nesta terça-feira.
A possibilidade de as autoridades dos dois países chegarem a um acordo para cumprir pena no Brasil não pode ser descartada, uma vez que a constituição brasileira não permite a extradição de seus cidadãos.
Robinho, jogador do Milan na época, e outros cinco fizeram a jovem beber "a ponto de deixá-la inconsciente e incapaz de resistir" e tiveram "relações sexuais várias vezes seguidas" com ela.
O atacante brasileiro foi condenado em 2017 em primeira instância pelo tribunal de Milão e em dezembro de 2020 pelo tribunal de apelações de Milão, que considerou que o atleta agiu com "desprezo especial pela vítima, que foi brutalmente humilhada".



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