Com a alta inflação, bancos centrais pelo mundo estão aumentando as taxas de juros.

No Brasil, na última quarta-feira (4), o Banco Central elevou a Selic, a taxa básica de juros, em 1% - 12,75% ao ano. É o décimo aumento consecutivo, que começou desde março do ano passado. O aumento ou diminuição de taxas ocorre pela decisão do banco central de cada país, independente do governo.
Para tentar amenizar a alta dos preços, alguns países vêm aumentando o custo do dinheiro, o que seria crédito mais caro.
Isso afeta empresas que precisa dinheiro emprestado, por exemplo, para realizar seus investimentos, pessoas que solicitam empréstimos ou financiamento de imprevistos.
A partir da rápida alta da inflação, por causa da pandemia, como também pela guerra na Ucrânia, as autoridades passaram a pensar em formas de conterem a mesma.
"Quando a taxa sobe, em teoria, a demanda deve moderar e isso gera menos pressão sobre a inflação", diz Elijah Oliveros-Rosen, economista sênior da divisão Latin America Global Economics & Research da consultoria S&P Global. "O aumento das taxas é uma tendência global", acrescenta.



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